A ideia que fundamenta o conceito de “cidade sustentável" é promover grandes ações que beneficiem a sociedade, como promover práticas urbanas sustentáveis, combater a crise climática, ampliar a troca de experiências e disseminar boas práticas nas cidades, dentre outras atividades. A construção de cidades sustentáveis começa com a conscientização de todos sobre suas responsabilidades e a importância de suas ações para a cidade. Cada cidade é composta de cidadãos e cidadãs, empresas e governos. Todos esses agentes precisam estar cientes de como suas ações afetam as circunstâncias em que vivem.

Tornar esse ambiente melhor significa boa qualidade de vida e a vivência de todos. Uma cidade sustentável é aquela que, dentro de seus limites, busca respeitar os três pilares dos princípios da sustentabilidade, que neste caso são: sustentabilidade ecológica; sustentabilidade econômica e sustentabilidade social. Apesar dos esforços para construir cada um desses pilares, todos conversam entre si, ou seja, têm que estar alinhados uns com os outros. Afinal, uma cidade desenvolve sua economia, que pode ser resumida nas relações entre os agentes econômicos que a compõem. E essa relação entre esses agentes deve ser harmoniosa, ou seja, deve ser justa e igualitária para todos.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), criado em novembro de 1992, com a função de formular e implementar políticas públicas ambientais nacionais de forma clara e articulada com os atores públicos e a sociedade para promover o desenvolvimento contínuo sustentável, é o principal órgão público responsável por persuadir outros ministérios a reformular seus processos atuais e criar novos com base na sustentabilidade. Todos temos formas de contribuir, direta ou indiretamente, para tornar nossa sociedade mais sustentável.

Além disso, a Agenda 2030 possui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas globais para garantir que todos possam viver com dignidade. E um dos objetivos é o ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis, que tem o intuito de garantir o acesso de todos à moradia digna, adequada e com preço acessível; aos serviços básicos e urbanizar os assentamentos precários de acordo com o Plano Nacional de Habitação e as metas assumidas. Atitudes individuais e coletivas, como o consumo consciente no dia a dia e as demandas da população em cumprir a lei em todos os níveis dos órgãos governamentais, são fundamentais.

Atentar-se às próprias escolhas é essencial para colaborar positivamente na vida do planeta. Na hora de consumir e descartar, a consciência sobre os impactos negativos é uma possibilidade na hora de mudar os hábitos e acrescentar novos. Como por exemplo:

— Proteger o patrimônio cultural do município (museus, monumentos e outros).
— Evitar o uso de automóvel sempre que possível, pegar/oferecer carona solidária, bicicleta e outros meios de transportes públicos.
— Realizar intervenções voluntárias nas áreas de uso coletivo (praça, escola, ruas.).
— Evitar o desperdício de água.
— Comprar apenas o necessário.

Ser sustentável é uma busca, ou seja, um caminho que existe atenção constante, para colocar em prática alternativas mais sustentáveis, na busca por informações antes de consumir, por exemplo. Uma outra alternativa é participar de ações coletivas, em seu bairro ou sua cidade, pelo consumo responsável.

Referências

Nós, a cidade e ser sustentável https://issuu.com/sescsp/docs/lixo_-_menos_e__mais__histo_rias_transformadoras#:~:text=riqueza%20de%20saberes.,destin%C3%A1%2Dlos%20de%20forma%20respons%C3%A1vel.

ODS 11 CIDADES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS. Disponível em: https://www.pucsp.br/sites/default/files/download/eventos/bisus/5-cidades-sustentaveis.pdf.

27/07/2022

Publicado por Moderador edukatu
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1 Comentário

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Anna Luiza Pereira

Ok vou fazer isso.

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